Debrolda, intrigada com o mistério da doença, convocou os especialistas de nosso Estado para identificar o que poderia ter causado a injúria da amiga. Realizados diversos tipos de exame e colhidos os materiais, notaram uma bactéria letal, inexistente em Bloboia. Inconformados com a estranheza de tal bactéria, nossos cientistas promoveram estudos até que descobrissem de onde ela precedia e como conseguiu chegar à nossa terra. Assim, revelaram que o microorganismo era proveniente de Plopoia. Com a notícia, as Grande Chicas ficaram em alerta. Desconfiadas, mandaram um comunicado a todos aqueles que estavam a seu serviço no dia que Renolda foi infectada, intimando-os a comparecer a um interrogatório na Suprema Corte de Bloboia, na Quarta-feira do dia 20 de abril.
O interrogatório foi extenso e realizado na presença de ambas as Chicas e de nosso guardião Brob. Responderam às perguntas mais de 40 funcionários, até que finalmente, cedendo sob a pressão, uma moça encarregada de levar o chá de Renolda confessou estar a serviço dos plopoianos e ter colocado uma solução com 100 milhões das bactérias no chá da tarde da Chica. Condenada, Brob a puniu, cumprindo, mais uma vez, sua função de guardião com qualidade excepcional.
Ainda debilitada, Renolda expressou sua profunda mágoa ao saber que há a possibilidade de mais traidores espalhados pelas maravilhosas terras de nossa nação. Sobre a guerra já declarada contra Plopoia, disse que "são tempos difíceis, mas Bloboia, como sempre, há de superá-los".
Todos em Bloboia podem ser submetidos a interrogatórios a qualquer momento do dia, por questões de segurança, até que a paz volte ao nosso reino. Aqueles que se recusarem a responder às perguntas, serão levados até Brob, que se encarregará de tomar medidas mais rigorosas.
Bla! Todos saúdam as Grandes Chicas!